Biotecnologia é aliada do Consumidor e do Produtor


Biotecnologia é aliada do Consumidor e do Produtor

Biotecnologia: o nome pode parecer complexo e futurista, mas ela já está presente no dia-a-dia de muita gente. O fato é que ela é uma grande aliada do consumidor e do produtor de alimentos. Seja por garantir grãos, hortaliças, frutas e legumes mais resistentes a pragas ou mesmo com mais propriedades, a biotecnologia pode trazer muitos ganhos, como os que mostraremos para você nesses posts.
Como produtor rural, é bem possível que você já tenha ouvido falar de sementes modificadas, por exemplo. Mas essa é só uma das possibilidades da biotecnologia na produção de alimentos. Ela também pode ser utilizada para a recuperação do solo e durante o processo de crescimento das lavouras.
Confira nesse post alguns exemplos do que a biotecnologia pode fazer por consumidores e produtores:
Soja: pioneira na biotecnologia

A soja é o alimento mais lembrado quando falamos em biotecnologia. E isso não é a toa, já que ela foi mesmo uma das pioneiras na modificação genética. A modificação das sementes de soja começou a ser praticada nos anos 1970.
A soja modificada tem como objetivo torná-la mais resistente a pragas, insetos, fungos e outros problemas. Além disso ela garante uma “turbinada” na produção. Essa novidade é uma das responsáveis pelo sucesso e pelo crescimento desse cultivo no agronegócio brasileiro e mundial, garantindo que o resultado da colheita seja mais competitivo e rentável.

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Sementes geneticamente modificadas

As sementes geneticamente modificadas mais famosas são aquelas criadas para serem mais resistentes a pragas comuns na produção agrícola. Mas existem também as sementes biofortificadas.
Um alimento biofortificado pode ter sido alterado para se tornar mais rico em nutrientes ou mesmo para agir como auxiliar no combate a doenças como diabetes e colesterol. Você sabia que já existe alface biofortificado? Sim, existe uma versão da hortaliça enriquecida com ácido fólico.
O ácido fólico é um nutriente muito importante para gestantes, que muitas vezes precisam suplementá-lo, mas é também muito bom na síntese dos aminoácidos e na manutenção do sistema nervoso central.
E esse é só um entre inúmeros exemplos de como a modificação genética pode criar super alimentos capazes de contribuir com a saúde de quem os consome. E se ele representa mais sáude para os consumidores, representa também um atrativo a mais para os produtores que forem negociá-los.

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Outras possibilidades da biotecnologia
Sim, a biotecnologia aplicada à produção de alimentos vai muito além das sementes geneticamente modificadas. Ela pode ser utilizada tanto nas lavouras, quanto em um melhor manejo ou até mesmo na recuperação do solo.
A biotecnologia do solo é uma modalidade em franco crescimento, que permite a recuperação de terrenos antes tidos como esgotados e sem perspectivas de voltarem a ser produtivos. No Brasil, já existem inclusive laboratórios especializados nessa modalidade, liderados pela Embrapa, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.
Você já havia lido ou ouvido falar sobre a biotecnologia aplicada à produção de alimentos? O que você sabia sobre ela? Conhecia exemplos além da soja? Como você enxerga que essa evolução pode afetar o seu trabalho? Conte nos comentários.



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